NOSSA MISSÃO
Organizar e defender os trabalhadores respeitando os direitos de cidadania e a diversidade como os princípios para a construção de uma sociedade justa.

Se mantiver ritmo, Brasil pode chegar a 1 milhão de casos de Covid-19 nesta semana

Publicado em 17-06-2020 às 15:06

Se mantiver ritmo, Brasil pode chegar a 1 milhão de casos de Covid-19 nesta semana
O Brasil registrou, nesta terça-feira (16), 1.282 mortes por Covid-19, doença provocada pelo novo coronavírus, chegando ao total de 45.241 vidas perdidas. Foi o segundo maior número de mortes em 24 horas desde o início da pandemia, há três meses, segundo dados divulgados pelo Minisstério da Saúde. E o país se aproxima da marca trágica de um milhão de pessoas infectadas pelo novo coronavírus. Já são 923.189 brasileiros e brasileiras contaminados - só nesta terça-feira foram registrados 37.278 casos. Se mantiver esse ritmo de infecções diárias, o Brasil deve chegar à marca 1 milhão de casos ou mais até o final desta semana. Até às 8h desta quarta-feira (17), o país tinha registrado 45.456 mortes e 928.834 casos confirmados, de acordo com dados do consórcio formado por veículos de imprensa, depois que o governo sonegou números acumulados de mortes e casos confirmados – voltou atrás por causa de uma determinação do Supremo Tribunal Federal (STF). Média de mortes Mesmo com os números de casos e mortes em alta, o país chega na décima quinta semana de pandemia com o ritmo de registro de mortes da Covid-19 se estabilizando. Na média semanal de óbitos, descontando os atrasos das notificações nos finais de semana, desde o dia 26 de maio o país está em um índice médio de 985 mortes por dia, sem oscilar mais que 6% desse valor. O Brasil tem uma taxa de 21 mortos por 100 mil habitantes. Já o Reino Unido, que está em sua décima nona semana, tem 35 e 62 mortos para cada 100 mil habitantes, segundo análise feita pela Universidade Johns Hopkins, dos EUA. Mais de 8 milhões de casos do novo coronavírus foram confirmados em todo mundo e 438 mil mortes foram registradas, segundo a universidade. São Paulo O estado de São Paulo, epicentro da pandemia do novo coronavírus (Covid-19) no Brasil, bate nesta terça-feira (16) mais um recorde de mortes. Foram registrados 365 óbitos em 24 horas — número mais alto desde o início da pandemia. Já são 11.132 vidas perdidas no estado em decorrência da doença. O total de pessoas infectadas saltou de 181.460 para 190.285 – 8.825 casos a mais entre segunda-feira (15) e terça. Depois de 15 dias da reabertura gradual do comércio, as mortes por Covid-19 dispararam em Ribeirão Preto. Em apenas dois dias, foram confirmados 19 novos óbitos na cidade. O avanço da pandemia fez a cidade ser colocada, desde segunda-feira (15), na zona vermelha do plano São Paulo, o de condição mais crítica no estado, ao lado das regiões de Presidente Prudente e Barretos. Depois desse cenário de crescimento, atividades não essenciais voltaram a ser obrigadas a fechar, o que inclui imobiliárias, concessionárias de veículos, escritórios, comércio de rua e shopping centers. Belo Horizonte Em Minas Gerais, estado que vinha mantendo controle da pandemia, foi registrada alta de 45% no número de casos e 30% no de mortes. Nesta terça, Minas bateu recorde de mortes em 24 horas por coronavírus. Foram 35 óbitos, totalizando 537 vítimas fatais. Outras 221 mortes seguem em investigação. Piauí O Piauí bateu novo recorde com 678 casos de pacientes infectados em 24 horas, segundo o boletim divulgado pela Secretaria de Estado da Saúde. Ao todo, o estado contabiliza 11.559 testes positivos para a Covid-19 e 398 óbitos. Diante desse cenário, o governo estadual resolveu voltar atrás na abertura das atividades econômicas. O governo espera uma queda de 30% na ocupação dos leitos, que até na rede privada, está ocupado. Paraná O Paraná registra maior número de casos e mortes por covid-19 nas últimas 24 horas. Foram 841 novos casos confirmados no estados e 30 mortes. No total, Paraná tem mais de 11 mil casos. A taxa de ocupações de leitos subiu para 80%, é a maior desde quando a pandemia começou no estado. Com informaçoes de Agências CUT/BRASIL

Fotos