FEM-CUT/SP retoma debate com Grupo 2 com foco no combate a reforma trabalhista

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Negociação permanente permite aprofundamento das discussões sobre o tema

Considerada por muitos especialistas um desmonte do direito do trabalho no Brasil, a reforma trabalhista foi aprovada no Congresso Nacional e agora é o foco de combate da Federação dos Sindicatos de Metalúrgicos da CUT São Paulo, a FEM-CUT/SP. Na manhã da última quinta-feira, 17, a FEM-CUT/SP se reuniu com a bancada do Grupo 2, que reúne máquinas, equipamentos e eletroeletrônicos, para retomar a agenda da mesa de negociação permanente.  

O assessor jurídico da Federação, Raimundo Oliveira, explica que a aprovação da reforma gera instabilidade jurídica para ambos os lados. “O que foi aprovada pelo Congresso Nacional e representa o desmonte do direito do trabalho no país, permite interpretações equivocadas, o que possibilita que alguns empresários acreditam que possam fazer tudo e o resultado disso será o aumento do passivo trabalhista das empresas”, afirmou Oliveira.

“O fato de o grupo 2 ter assinado uma convenção de 2 anos, permite que todo o calendário de negociação permanente seja um espaço de aprofundamento do debate sobre a reforma”, explica Luiz Carlos da Silva Dias, o Luizão, presidente da FEM-CUT/SP. “Alguns empresários estão entusiasmados com a aprovação da reforma trabalhista, pensando que podem acabar com todos os direitos. A agenda deste período para a FEM-CUT/SP é justamente barrar todos os ataques aos direitos da classe trabalhadora, essa é a nossa prioridade, impedir qualquer tipo de retirada de direitos, seja ela por meio da reforma ou não”, afirmou Luizão.

A bancada do Grupo 2 reafirmou a validade da Convenção Coletiva de Trabalho até agosto de 2018 e se comprometeu a dar sequência nas mesas de negociação permanente.

 

FEM - CUT/SP
 


Jornal Metalúrgicos

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