Metalúrgicos participam do Torneio de Truco

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Ter, 14 de Novembro de 2017 10:33

O torneio aconteceu no Clube de Campo dos Metalúrgicos

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IV Mostra em Saúde debate os reflexos das Reformas

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Ter, 14 de Novembro de 2017 09:37

Mostra reuniu os sindicatos da cidade, trabalhadores, profissionais da área da saúde e segurança do trabalho, seguridade social e controle social

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14 nov - TRABALHO: 'Reforma' trabalhista será alvo de disputa nas ruas e nos tribunais

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Ter, 14 de Novembro de 2017 09:19

Para representantes de trabalhadores e especialistas em direito, em debate no Sindicato dos Metalúrgicos do ABC, país já provou que é possível criar empregos sem reduzir direitos

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14 nov - SETOR AUTO: Volkswagen se diz em nova fase e prepara 14 lançamentos no Brasil

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Ter, 14 de Novembro de 2017 09:17

Dois anos após um escândalo que abalou a reputação de uma dos maiores fabricantes de automóveis do mundo, a Volkswagen acredita estar colhendo os primeiros resultados de sua reconstrução. E a perspectiva de recuperação do Brasil deve incluir o país nessa renovação, com previsão de 14 lançamentos até 2020 e investimentos bilionários.

Herbert Diess, presidente mundial de marca da Volkswagen, acredita que o caso de manipulação das emissões de gases, que ocasionou perdas que já se aproximam de US$ 20 bilhões entre indenizações e baixas contábeis, levou o grupo de mesmo nome a mudar sua estrutura de organização tornando-se mais ágil e menos centralizado.

"Nós teríamos que fazer uma série de mudanças mesmo sem isto. Estamos realizando progressos em digitalização, projetando 55 novos carros, temos investido muito nos últimos meses em modelos elétricos, em conectividade, em inovação e fizemos mudanças na nossa organização", afirmou Diess. "Vemos os primeiros resultados, mas é uma grande organização, então leva tempo."

Desde o escândalo, em setembro de 2015, a marca perdeu participação de mercado na Europa, onde ainda é líder, mas viu sua fatia cair de 12,1% no acumulado de janeiro a setembro de 2015, para 10,8% no mesmo período de 2017. Em volume, a queda foi de 0,5%. No mercado americano, a queda em volume foi de 7,6% entre 2015 e 2016.

O executivo afirma ver potencial de recuperação de participação, principalmente por conta dos lançamentos, que devem ampliar a presença da companhia em segmentos menos explorados pela marca. Diess, ressalta, no entanto, que a retomada deve ser lenta.

Para o Brasil e a América Latina, Diess destacou os importantes investimentos anunciados nos dois países onde tem fábricas: Brasil e Argentina. Em agosto, a montadora divulgou que deve aplicar R$ 7 bilhões na operação brasileira até 2020. Na sexta-feira, em evento com o presidente argentino Mauricio Macri, a Volks anunciou US$ 650 milhões para a unidade de Pacheco, na região de Buenos Aires.

Pablo Di Si, que preside a Volkswagen para Brasil, América do Sul e América Central, aponta que o Brasil começa a passar por uma virada, com o cenário de consumo melhorando, beneficiado pela retomada da economia e pela queda das taxas de juros.

Para aproveitar o bom momento, a empresa pretende realizar na região 20 lançamentos entre novos modelos e versões de automóveis já em circulação até 2020, sendo 14 lançados no Brasil.

"Nunca na história fizemos tantos lançamentos em um período tão curto", disse Di Si. O primeiro dessa nova leva foi o Polo, com os primeiros pedidos entregues no último sábado. No início de 2018, devem ser comercializadas as primeiras unidades do sedan Virtus.

A companhia decidiu inclusive aproximar as datas de lançamento globais e do Brasil para os modelos que serão compartilhados por vários mercados.

"É a primeira vez que conseguimos trazer as tecnologias mais recentes para a América Latina", comentou Diess. "Estamos olhando para frente agora, investimos em reestruturação, mas também em novos produtos."

Mas se para novos modelos com motores a combustão, a última tecnologia para o Brasil começa a se alinhar com o mercado europeu, o mesmo não deve acontecer com os carros elétricos.

Diess aponta que a vanguarda nos investimentos dos automóveis movidos a baterias devem se concentrar na China e na Europa, por conta do papel dos governos no avanço da tecnologia.

Na China, a legislação local incentivará a entrada de modelos elétricos já nos próximos anos. Diess acredita que serão cerca de 1 milhão de carros elétricos no mercado chinês circulando até 2025. Já na Europa, o custo de desenvolver motores a combustão cada vez mais econômicos para atender as leis do continente é entrave.

Para o Brasil, Di Si vislumbra um possível incentivo aos elétricos a partir das regras do Rota 2030, regime automotivo que substituirá o Inovar-Auto, e deve beneficiar a eficiência de consumo.

(Fonte: Valor Econômico)

 

CNM / CUT

 

14 nov - PREVIDÊNCIA: Previdência: saiba itens que ainda podem ser aprovados pelos deputados e o que deve ficar de fora da reforma

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Ter, 14 de Novembro de 2017 09:14

Diante da retomada das negociações em torno da reforma da Previdência, o desafio do governo passou a ser encontrar um texto que tenha chances de ser aprovado na Câmara até meados de dezembro, antes do recesso parlamentar.

Enviada no ano passado ao Congresso, a reforma já foi aprovada por uma comissão especial da Câmara, mas, diante da falta de consenso entre o governo e os deputados sobre o texto a ser votado, a proposta ainda patina.

O presidente Michel Temer diz ter "certeza" que a reforma será aprovada ainda neste ano, mesmo que o texto aprovado não seja "em todo o conjunto" proposto.
No Congresso, o presidente do Senado, Eunício Oliveira (PMDB-CE), avalia que a proposta foi "mal vendida" à população e o presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), afirma que a reforma não avança porque os deputados aliados estão "machucados".

A equipe econômica admite que o governo terá de colocar em votação uma proposta enxuta, embora não abra mão de alguns pontos, como idade mínima para aposentadoria e equiparação das regras do setor público com o privado.

Deverão ficar de fora da reforma trechos mais polêmicos, como mudanças na aposentadoria rural e no pagamento do Benefício de Prestação Continuada (BPC).

Ponto a ponto
Saiba abaixo, ponto a ponto, o formato em discussão no Congresso Nacional para reforma da Previdência:

1) PONTOS CONSIDERADOS PRIORITÁRIOS:

Idade mínima
Como é hoje: Não tem
Como pode ficar: 62 anos para mulheres e 65 para homens.

Regra de transição
Como é hoje: Não tem
Como pode ficar: Começará em 53 anos para mulheres e 55 anos para homens, subindo a partir de 2020, na proporção de um ano de idade a cada dois anos, até chegar a 65 anos para homens e 62 anos para mulheres.

Setor público x setor privado
Como é hoje: Os servidores da União que entraram no funcionalismo público antes de 2003 têm direito a aposentadoria integral; entre 2003 e 2013, a aposentadoria não integral (mas sem o teto do INSS de R$ 5.531,31); após 2013, ao teto da Previdência.
Como pode ficar: Texto prevê equiparação de regras com o setor privado para os trabalhadores do setor público estadual e municipal. Pela proposta, estados e municípios terão até 180 dias para fixarem suas próprias regras. Se isso não acontecer, entrarão em vigor as mudanças estabelecidas na reforma.

2) PONTOS QUE AINDA PODEM ENTRAR NA REFORMA:

Parlamentares
Como é hoje: Eles têm regime próprio de aposentadoria. Para ter direito ao benefício integral (sem descontos), têm que ter contribuído por 35 anos.
Como pode ficar: Os novos parlamentares passarão a ser obrigatoriamente vinculados ao regime geral, mas com uma regra de transição diferenciada.

Benefício integral
Como é hoje: A soma da idade e do tempo de contribuição deve totalizar 85 (mulher) e 95 (homem), respeitado o tempo mínimo de contribuição de 30 anos (mulher) e 35 anos (homem).
Como pode ficar: A proposta inicial previa contribuição mínima por 25 anos, mas o texto a ser votado deve fixar a contribuição mínima em 15 anos.

Pensões
Como é hoje: É permitido o acúmulo de pensão com aposentadoria
Como pode ficar: Mantida vinculação ao salário mínimo, com possibilidade de acumular aposentadoria e pensão, com o limite de até dois salários mínimos.

Professores
Como é hoje: Para professores do serviço público, os requisitos para homens são 55 anos de idade e 30 anos de contribuição; para mulheres, 50 anos de idade e 25 anos de contribuição. Para o regime geral, exige-se como tempo de contribuição 30 anos para homens e 25 anos para mulheres, independentemente de idade mínima.
Como pode ficar: Idade mínima fixada em 60 anos, com 25 anos de contribuição

Policiais federais e policiais legislativos federais
Como é hoje: Aposentadoria voluntária com proventos integrais, independentemente da idade, após 30 anos de contribuição, com pelo menos 20 anos de exercício policial, se for homem; após 25 anos de contribuição, com pelo menos 15 anos de exercício policial, se for mulher.
Como pode ficar: idade mínima de 55 anos. Para homens, exigência de 30 anos de contribuição, sendo 25 em atividade policial. Para mulheres, exigência de 25 anos de contribuição, sendo 20 em atividade policial.

3) PONTOS QUE DEVEM FICAR DE FORA DA REFORMA:

Tempo de contribuição
Atualmente, o tempo mínimo de contribuição é de 15 anos. A proposta inicial previa 25 anos, mas, diante da dificuldade em aprovar esse ponto, a equipe econômica já recuou para manter o atual tempo de contribuição.

Aposentadoria rural/agricultura familiar
Hoje, o trabalhador rural da agricultura familiar se aposenta com 55 anos (mulheres) e 60 (homens) e precisa comprovar 15 anos de trabalho no campo. A proposta queria aumentar a idade mínima para 57 anos no caso de mulheres, e 60, de homens. No entanto, por ser um ponto polêmico, já está decidido que ficará de fora da reforma.

O agricultor com carteira assinada está submetido ao Regime Geral da Previdência e, se for aprovada a proposta, passará a ter idade mínima de 65 anos para homens e 62 anos para mulheres, com 15 anos de contribuição.

Benefício de Prestação Continuada (BPC)
Hoje, o benefício, vinculado ao salário mínimo, é pago a pessoas de baixa renda com mais de 65 anos ou com deficiência. A proposta inicial previa aumentar a idade mínima gradativamente até atingir 68 anos em 2020.

Negociações
Nas últimas semanas, o tema voltou ao centro das atenções na Câmara após a segunda denúncia da Procuradoria Geral da República (PGR) contra o presidente Michel Temer ser barrada pelos deputados.

O relator da reforma, deputado Arthur Maia (PPS-BA), tem participado de diversas reuniões com ministros e líderes de partidos aliados para negociar um texto de consenso. Uma nova versão deverá ser entregue na próxima semana.

Em meio às negociações, o governo se esforça para reorganizar a base, isso porque, por se tratar de uma mudança na Constituição, a reforma precisa do apoio mínimo de três quintos dos parlamentares, ou seja, 308 dos 513 deputados.

No Senado, serão necessários os votos de pelo menos 49 dos 81 parlamentares.

O que diz o governo
O secretário nacional de Previdência Social, Marcelo Caetano, afirma que, mesmo com o formato da reforma ainda em discussão, todos os pontos são relevantes para o governo. Ele ressalta, porém, que o Legislativo tem autonomia para fazer mudanças na reforma.

Um dos pontos principais da proposta, diz, é "quebrar privilégios e tratar iguais de forma igualitária o servidor público e o funcionário do setor privado."

Caetano defende a necessidade de mudar o atual regime previdenciário e, por isso, afirma que a reforma "é essencial para manter as contas públicas equilibradas, em um ambiente de juros baixos e de crescimento do país".

Opinião de analistas
Para Rogério Nagamine, coordenador de Previdência do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (IPEA), a reforma é "fundamental, necessária e urgente". No entanto, ele alerta que, quanto mais a proposta for enxugada em relação à original, menor será a economia esperada.

"Essa proposta já seria um avanço. Mas, à medida que você vai desatando a reforma, isso significa uma redução da economia esperada. Então, tem que tomar um cuidado para não retirar propostas importantes para um efeito fiscal significativo", afirmou.

Consultor de Orçamento da Câmara dos Deputados e ex-secretário da Previdência, Leonardo Rolim também avalia que a economia deverá ser menor do que a prevista inicialmente, talvez metade em relação ao texto original, mas "já é alguma coisa".

"Ainda assim tem um bom impacto. Acredito que, com as mudanças, tem mais chance de passar porque se está tirando a parte que afeta os mais pobres, que era o argumento da oposição. Agora, a proposta vai estar focada em cerca de 25% a 30% da população, que são os que ganham mais", afirmou.

(Fonte: G1)

 

CNM / CUT

 
 

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